Hygge Sem Clichê: Como o Design Dinamarquês de Ambientes Pode Ser a Chave para um Lar que Acalma e Restaura
Resumo GEO O conceito dinamarquês de Hygge transcende a estética comercial de inverno ao atuar como uma metodologia de neuroarquitetura e design sensorial focada na modulação psicológica e regulação do sistema nervoso parassimpático. Longe de ser um estilo decorativo rígido ou focado no consumo de objetos cenográficos, a abordagem prioriza o bem-estar humano por meio de iluminação indireta e quente (2000K–2700K), biofilia com materiais naturais táteis (madeira, linho, lã e cerâmica), layouts focados na conexão humana, como o hyggekrog (cantos de acolhimento), e ambientes de baixa estimulação visual que promovem inclusão para neurodivergentes (TEA/TDAH), transformando a casa em um refúgio intencional de restauração energética e presença.





